13 de abr de 2018

A agenda da esquerda ‘antifascista’ tem muito em comum com o fascismo

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Os atuais movimentos de esquerda que se definem como progressistas e antifascistas converteram o termo ao oposto de seu significado original, utilizando uma terminologia falsa para ocultar sua verdadeira agenda

Um espectro sombrio pousou sobre a América: o fantasma do anticapitalismo. Jovens pegam carona no bonde socialista, e alguns ativistas bloqueiam a liberdade de expressão, como membros de um grupo chamado “Antifa”.
Este movimento dito “antifascista” promove protestos militantes e não hesita em recorrer à violência. Como parte da extrema esquerda, os membros do “movimento antifa” são “anticapitalistas” e “inimigos da direita” autodeclarados. Eles se descrevem como antifascistas, sendo que na realidade é o fascismo, mais que qualquer outra ideologia, que caracteriza seu movimento. Mas o que é o fascismo e qual é o conteúdo dessa ideologia?

O “Manifesto Fascista” 

O Manifesto Fascista foi proclamado em 1919 por Alceste De Ambris e Filippo Tommaso Marienetti. Em seu panfleto, os autores reivindicaram uma carga horária diária de oito horas de trabalho e a criação de um salário mínimo, representação dos trabalhadores na direção das fábricas e paridade entre sindicatos, executivos industriais e funcionários públicos. 
Os autores do Manifesto Fascista pediram tributação progressiva, seguro-invalidez e outros tipos de benefícios sociais, além da redução da idade de aposentadoria. O Manifesto também pedia o confisco dos bens de todas as instituições religiosas e a nacionalização da indústria armamentista. 
Seus autores defenderam a criação de um sistema corporativista de “Conselhos Nacionais” formados por especialistas a serem eleitos por suas organizações profissionais e que exerceriam poder legislativo em suas respectivas áreas. 
O socialista Benito Mussolini chegou ao poder na Itália em 1922 sob a bandeira do fascismo e implementou a maior parte do programa fascista do modo como fora proclamado no Manifesto Fascista alguns anos antes.  

Comparação com o Manifesto Comunista 

Uma comparação com o Manifesto do Partido Comunista, escrito por Marx e Engels e publicado em 1848, revela o parentesco entre fascismo e comunismo. O Manifesto Comunista de 170 anos atrás reivindicou: 
  • Tributação fortemente progressiva; 
  • Centralização do crédito nas mãos do Estado por meio de um banco nacional com capital estatal e monopólio exclusivo; 
  • Centralização do sistema de transporte nas mãos do Estado; 
  • Unificação das terras aráveis da agricultura e da indústria, com a finalidade de gradualmente eliminar o contraste entre a cidade e o campo; 
  • Ensino público gratuito universal, eliminação do trabalho infantil nas fábricas em sua forma atual, união do ensino com a produção material. 
De acordo com o Decálogo Comunista, os pontos que faltavam para se alcançar o socialismo pleno eram: 
  • Primeira exigência: desapropriação das terras em mãos de particulares e uso de sua renda básica para cobrir gastos estatais; 
  • Quarta exigência: Confisco dos bens de todos os emigrantes e rebeldes; 
  • Oitava exigência: Todos são igualmente obrigados a trabalhar; criação de um exército de trabalhadores, incluindo na agricultura. 
Tanto o Manifesto Comunista quanto o Fascista foram ecoados no programa oficial do Partido Nazista, fundado em 1920.

Via: Gazetadopovo

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// O corpo do texto deve ficar no lugar deste comentário. //

Dobson Lobo é CEO do site União dos Livres desde 2008, do site A Bio Defesa desde 2014e do site The Zika Virus desde 2016. 

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