China comunista inaugura Escola de Governança Global

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Numa “Escola de Governança Global” recém-criada, uma das ditaduras mais brutais e assassinas do planeta está treinando o que espera serem os gerentes e a liderança do sistema emergente de “governança global”. Essa ditadura é a que escraviza a China comunista, responsável por assassinar mais pessoas do que qualquer outro governo na história humana. Porém, enquanto o governo orgulhosamente comemora seu papel cada vez maior no que ele se refere abertamente como a “Nova Ordem Mundial”, a humanidade tem o dever de resistir antes que seja tarde demais, ou a liberdade pode se extinguir no mundo todo.
O regime chinês está vociferando a respeito de sua nova “Escola de Governança Global”, em alto e bom som. Em um artigo publicado este mês pelo aparelho de propaganda e espionagem de Pequim, a Xinhua, com a manchete “A China inaugura uma nova faculdade para treinar profissionais da governança global”, o governo chinês disse que a escola treinaria “mais profissionais multilingües com visão global e proficiência em comunicação intercultural”. A escola para doutrinar e treinar líderes globalistas-comunistas futuros foi inaugurada este mês na Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim (BFSU), conhecida como o “berço dos diplomatas” para a China comunista, e para o comunismo internacional de forma mais ampla.
Entre outros esquemas, a “Escola de Governança Global”, dirigida pelo Partido Comunista, levará a cabo pesquisas sobre instituições globalistas como as Nações Unidas, o Fundo Monetário Internacional, o Banco Mundial e outros. “Através de um modelo de treinamento inovador, espera-se que a escola crie talentos que dominem as regras internacionais e pelo menos duas línguas de trabalho das Nações Unidas”, afirmou o presidente da BFSU, Peng Long, pela Xinhua. Isso deve garantir um fornecimento constante de funcionários do Partido Comunista completamente doutrinados para preencher postos-chave na ONU e no sistema de governança global.
A nova escola de “governança global” dominada pelo Partido Comunista Chinês também terá como objetivo “fornecer suporte intelectual para a participação da China em organizações internacionais e assuntos internacionais”, de acordo Peng e com a máquina de propaganda de Pequim. Mas, é claro, mesmo antes da formalização do chamado suporte intelectual, com a inauguração da nova escola, a ditadura chinesa já estava assumindo um papel ativo na “governança global” — um papel cada vez maior e mais significativo a cada dia que passa com agentes chineses trazendo mais agentes chineses para o alto escalão da ONU.
De fato, como a revista The New American documentou de forma ampla, o regime genocida já tem seus agentes liderando inúmeras agências importantes da ONU. Entre as agências globalistas sob a liderança chinesa comunista estão a Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO), que está ajudando a transferir a tecnologia ocidental para os aliados opressores de Pequim; a União Internacional das Telecomunicações da ONU (UIT), que os globalistas esperam que venha a regular a Internet; Organização Mundial da Saúde da ONU (OMS); Organização das Nações Unidas para a Aviação Civil Internacional (OACI); o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas (UNDESA); e mais. A Interpol, a autodenominada agência “global de aplicação da lei”, também é administrada por um comunista chinês. Outros agentes comunistas chineses ocupam posições seniores no sistema da ONU, no FMI e além. Muitos deles têm pressionado abertamente a agenda do regime.
E mesmo a lista de agências da ONU dirigidas por agentes chineses comunistas não faz justiça à crescente influência que a ditadura genocida exerce dentro da organização globalista. Pequim possui um assento permanente de veto no Conselho de Segurança da ONU que foi retirado da República da China (em Taiwan) de forma ilegítima. Apesar do requisito de que os Estados membros mantenham o mais alto padrão em “direitos humanos”, o regime assassino, infame por abusos dos direitos humanos, também retém um cobiçado assento no desacreditado Conselho de Direitos Humanos da ONU. Pequim também é o maior colaborador de tropas, entre os membros permanentes do CSNU, para a força de “manutenção da paz” da ONU.
Os agentes comunistas chineses também vem desempenhando um papel importante na elaboração dos tratados, acordos e documentos que os globalistas estão usando como roteiro para a governança global — incluindo a formação de políticas nos Estados Unidos. A Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável, no Brasil, também conhecida como a ConferênciaRio+20, por exemplo, contou com o notório comunista chinês anti-americano Sha Zukang como seu secretário-geral. Mais recentemente, a ditadura vangloriou-se, através de seus órgãos de propaganda, de que desempenhou um “papel crucial” na elaboração da Agenda 2030 da ONU, descrita pelo então chefe da ONU, Ban Ki-moon, como a “Declaração de Interdependência” global para a organização mundial que ele descreveu como o “Parlamento da Humanidade.
De fato, dadas suas próprias declarações e propaganda, Pequim revela que ela e seus principais tiranos estão se preparando para assumir um papel muito mais ativo no sistema de governança global. Em 2013, por exemplo, o porta-voz da ditadura executou uma peça de propaganda reveladora defendendo uma certa Nova Ordem Mundial “des-americanizada, com ditaduras do Terceiro Mundo, como o governo comunista chinês e seus aliados, ao leme. Criticando os Estados Unidos, o regime comunista disse que era hora de uma “nova ordem mundial” com a “autoridade” da ONU no centro. Muitos globalistas ocidentais e agentes do estamento burocrático vêm usando a mesma retórica.
É claro que estar à frente da desejada “Nova Ordem Mundial” exigirá uma grande quantidade de agentes comunistas chineses profundamente doutrinados, e bem versados no ateísmo, Marxismo-Leninismo, opressão, censura, controle populacional e “governança global. Daí a necessidade da nova “Escola de Governança Global” na BFSU. A nova escola, que surgiu de um programa piloto lançado em 2010, oferecerá programas de graduação, pós-graduação e doutorado, disse o serviço de propaganda do regime. Os seus graduados já estão trabalhando intensamente na agência de educação da ONU conhecida como UNESCO, a Organização Pan-Americana da Saúde, o Escritório das Nações Unidas em Genebra, dentre outras.
Com o esquema global apoiado pela ONU, conhecido como a iniciativa “One Belt, One Road” (OBOR), que ajudará a expandir a dominação dos comunistas chineses na Ásia e além, serão necessários ainda mais globalistas comunistas. “A expansão (transformação) do programa em uma escola é em resposta à abertura do requisito de educação e à demanda de talentos pela Iniciativa Belt and Road”, afirmou o chefe do departamento de publicidade da BFSU, Chen Haiyan, pela Xinhua, organização esta que até mesmo ex-repórteres da agência expuseram como sendo uma operação de coleta de informações além de seus deveres de propaganda. Vários comunistas chineses dentro da ONU têm promovido o esquema OBOR na sua competência oficial como funcionários da ONU.
Mas não são apenas os comunistas chineses. Para que ninguém tenha a falsa impressão de que o regime em Pequim esteja crescendo por conta própria, ou mesmo em desafio ao estamento burorático ocidental, os fatos mostram que nada poderia estar mais longe da verdade. Como esta revista e inúmeras outras fontes documentaram, elementos do establishment ocidental e forças subversivas que operavam no governo dos EUA naquela época praticamente asseguraram que o presidente Mao Tse-Tung — o pior assassino em massa da história em termos de número de vítimas — chegou ao poder através de, entre outros esquemas, traição contra o líder chinês e aliado dos EUA, Chiang Kai Shek.
Desde então, os principais estrategistas globalistas do Ocidente têm estado entre os maiores fãs de Mao. Em 1973, no New York Times, por exemplo, o arquiteto globalista David Rockefeller, do Conselho sobre Relações Exteriores, Comissão Trilateral, Bilderberg e outros órgãos do establishment, teceu inúmeros elogios ao regime comunista chinês após uma viagem à nação escravizada da China. “Seja qual for o preço da Revolução Chinesa, obviamente, conseguiu não só produzir uma administração mais eficiente e dedicada, mas também promover uma alta moral e uma comunidade com propósito”, afirmou. “O experimento social na China sob a liderança do presidente Mao é um dos mais importantes e bem-sucedidos na história humana”. O exitoso “experimento social” também resultou no assassinato de cerca de 77 milhões de pessoas inocentes, de acordo com o estudioso de “democídio” (o asssassinato de qualquer pessoa, ou pessoas, por seu próprio governo) da Universidade do Havaí, R.J. Rummel.
O louvor bizarro ao regime totalitário pelos principais globalistas e estatistas do establishment continua até o presente. Em 2009, por exemplo, o bilionário globalista e protegido de Rothschild, George Soros, disse que a brutal ditadura chinesa comunista deveria “possuir” o que ele chamou de “Nova Ordem Mundial”. “Eu acho que você realmente precisa levar a China à criação de uma nova ordem mundial, ordem mundial financeira”, disse Soros ao Financial Times. “Eu acho que você precisa de uma nova ordem mundial, que a China deve fazer parte do processo de criação e que eles têm que comprar a idéia, eles têm que possuí-lo da mesma maneira que os Estados Unidos possuem () a ordem atual.” Pequim parece ter levado ele muito a sério. Inúmeras declarações semelhantes, de outros globalistas proeminentes, também podem ser citadas.
Descobrir com o que se parece uma Nova Ordem Mundial de propriedade da China comunista e seus aliados totalitários, não é difícil. Por um lado, os americanos podem ver o que acontece na própria China — uma nação escravizada onde as autoridades matam e perseguem dissidentes e cristãos, usam abortos forçados e ajuda da ONU para impor seu regime de controle de população, extraem órgãos de prisioneiros religiosos e políticos, censuram a internet, proíbem o exercício de até mesmo os direitos fundamentais dados por Deus, como a liberdade de expressão, e perpetram outras atrocidades contra o povo chinês em uma escala sem precedentes. E isso é apenas o que é conhecido publicamente e bem-documentado.
No tocante à sua agenda internacional, a ditadura também tem sido clara sobre suas ambições de governança global. Em uma declaração conjunta em 2013, as principais autoridades comunistas chinesas juntaram-se aos seus homólogos nos regimes BRICS  Brasil, Rússia, Índia e África do Sul  para impulsionar abertamente a agenda globalista da tirania mundial. “A ONU goza de adesão universal e está no centro da governança global”, disseram os governantes de mentalidade totalitária, pedindo que um sistema monetário global gerenciado pelo FMI substitua o dólar americano. “Ressaltamos nosso compromisso de trabalhar juntos na ONU para continuar nossa cooperação e fortalecer abordagens multilaterais em relações internacionais baseadas no Estado de Direito e ancoradas na Carta das Nações Unidas”.
No ano seguinte, um grupo de mais de 100 dos regimes comunistas, islâmicos e socialistas do mundo, juntamente com alguns governos eleitos, mas majoritariamente corruptos, do Terceiro Mundo, reuniram-se na Bolívia na conferência do “G77 mais China”, para exigir o que chamavam de “Nova Ordem Mundial para Viver Bem”. O chefe da ONU, Ban Ki-moon, se juntou às festividades anti-americana, anti-liberdade, anti-soberania nacional, anti-livre mercado. Ele pediu aos governantes reunidos — o maior bloco de votação na ONU de longe — para continuar empurrando o “desenvolvimento sustentável” e o alarmismo do aquecimento global causado pelo homem. O objetivo: impor o que chamou de “Nova Ordem Mundial” sobre a humanidade. E todos deixaram claro, mesmo na declaração final da conferência, que a ONU estaria no cerne dessa ordem, com a Assembléia Geral da ONU servindo como “emblema da soberania global”.
A escola de “Governança Global” do regime chinês pretende gerar burocratas e pequenos tiranos para ajudar a impor um regime totalitário de “governança global” sobre a humanidade. Isso é evidente. No entanto, a ameaça não é tão grande quanto parece, e a solução é, de fato, bastante simples: se os Estados Unidos viessem a abandonar a ONU, que globalistas e comunistas declaram estar no “centro da governança global”, então a ameaça totalitária torna-se muito menos perigosa para os americanos. Nesse momento já existe, esperando ser votada no Congresso americano, uma legislação para alcançar uma “Amexit” da ONU, conhecida como Lei de Restauração da Soberania Americana (H.R. 193).
Quando se chegar a esse ponto, tão somente enquanto os americanos e outros povos amantes da liberdade puderem manter a superioridade militar sobre a China comunista e seus aliados ditatoriais — um feito simples desde que o mercado livre possa operar no mundo livre e as legiões de espiões de Pequim sejam finalmente presas — os burocratas da “governança global” que Pequim e seus aliados estão preparando para pôr em ação podem se tornar objeto de risos. Mas parar a agenda totalitária demanda uma ação organizada feita pelopovo americano.


Via: tradutoresdedireita

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