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Satanistas se unem a ativistas gays para constranger e derrubar empresários cristãos nos EUA

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A perseguição aos cristãos na sociedade contemporânea, em geral, não se vale de violência, como no passado, mas de estratégias que sufoquem e cerceiem a liberdade religiosa. E nesse contexto, ativistas ateus, satanistas e a militância LGBT vem se valendo de boicotes, constrangimento e ameaças para que os seguidores de Jesus recuem em suas posturas de fé.
O caso mais recente envolvendo satanistas e a militância LGBT nos Estados Unidos marca uma perseguição declarada a empresários cristãos, em uma aliança que busca constranger principalmente donos de confeitarias que se recusam a fazer bolos para uniões de pessoas do mesmo sexo, o popular “casamento gay”.
Um caso como o descrito está sendo julgado pela Suprema Corte do país, e o empresário cristão que está sob escrutínio argumenta que ser obrigado a fazer um bolo para a celebração da união homossexual fere sua liberdade de expressão e religião.
O contra-ataque veio a partir do mesmo princípio de lei, unindo satanistas e ativistas gays. O Código de Direitos Civis, de 1964, não abrange a orientação sexual, o que permite a um cidadão recusar prestar serviço para um casal homossexual alegando direito constitucional. Assim, a entidade The Satanic Temple (TST) afirmou que está à disposição de homossexuais que se sintam “prejudicados ou oprimidos” pelos empresários que se recusem a fazer seus bolos.
A estratégia consiste em uma campanha: “Solicite que seu confeiteiro homofóbico faça um bolo para satanás”. O porta-voz da TST, Lucien Greaves, explicou a iniciativa: “Nossa organização recebeu muitas mensagens de pessoas preocupadas e que estão chateadas com a perspectiva de um ambiente em que a comunidade LGBTQ seja aberta e legalmente tratada aos cidadãos de segunda classe. As leis dos Estados Unidos exigem que ninguém possa discriminar qualquer pessoa, por meio da recusa de serviço, por conta de suas crenças religiosas”, disse.
“O evangélico pode discriminar as pessoas LGBTQ por causa de quem são. Como a religião é uma classe protegida, o confeiteiro pode recusar o serviço às pessoas LGBTQ , mas eles não podem recusar o serviço com base na religião de alguém. Se eles não estão dispostos a fazer um bolo para as uniões do mesmo sexo, vamos fazer um bolo para honrar a satanás”, acrescentou.
Agora, o TST quer fazer os homossexuais encomendarem bolos a satanás para driblar a interpretação da Suprema Corte sobre o direito dos cristãos de não irem contra suas próprias crenças no que se refere à homossexualidade.
“Se você não pode pedir um bolo para seu casamento gay, iremos fazer sua festa em sua honra na sede do Templo Satânico em Salem e encomendamos um bolo que louve a satanás”, resumiu Greaves, segundo informações do portal Patheos.
Via: G+


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