Publicidade

Últimas Notícias
recent

Coreia do Norte dispara três mísseis balísticos de curto alcance

Compartilhe Essa Matéria


Nenhum dos mísseis constituiu uma ameaça para a América do Norte


A Coreia do Norte disparou três mísseis balísticos de curto alcance, dos quais dois falharam em pleno voo e o terceiro explodiu "quase imediatamente", informou o Exército dos Estados Unidos.

Um porta-voz do Comando dos Estados Unidos no Pacífico informou que nenhum dos mísseis constituía uma ameaça nem para a América do Norte, nem para o território americano de Guam.

"O primeiro e o terceiro míssil falharam no ar. O segundo míssil parece ter explodido quase imediatamente", disse o comandante Dave Benham, afirmando que os lançamentos ocorreram em um período de 30 minutos.

O ministério da Defesa da Coreia do Sul tinha informado no sábado que Pyongyang tinha lançado um projétil não identificado para o mar do Japão.

O "projétil não identificado" foi lançado às 06h49 locais deste sábado (18h49 de sexta, horário de Brasília) e voou 250 quilômetros, segundo dados do ministério.

As agências de Inteligência dos Estados Unidos e da Coreia do Sul estavam analisando os dados sobre a trajetória e outros parâmetros para poder identificar o tipo de projétil.

O lançamento foi informado imediatamente ao presidente Moon Jae-in.

"Os militares mantêm uma vigilância muito estreita do Norte para responder a qualquer provocação potencial", acrescentou o ministério.

Esta semana, a Coreia do Sul e os Estados Unidos iniciaram exercícios militares anuais conjuntos, em um contexto de alta tensão e de guerra retórica entre Washington e Pyongyang.

Os dois aliados apresentam estas operações como defensivas, mas para Pyongyang representam uma repetição provocadora da invasão de seu território. A cada ano, a Coreia do Norte ameaça com represálias militares. 

Os exercícios conjuntos "Ulchi Freedom Guardian", testes baseados em simulações que duram duas semanas, acontecem, além disso, num contexto de alta tensão e de guerra retórica entre Washington e Pyongyang.

Na segunda-feira, a China pediu a Washington que suspenda o exercício, esgrimindo que a situação na península da Coreia é muito sensível e frágil, o que requer que as partes diretamente envolvidas, Estados Unidos e Coreia do Sul, façam esforços conjuntos para rebaixar as tensões.

Nas últimas semanas, Pyongyang lançou várias ameaças de que, com sua tecnologia atual, poderá atingir a ilha de Guam, um importante reduto estratégico dos Estados Unidos na região onde há mais de 6.000 militares.

Depois, o líder norte-coreano Kim Jong-Un se distanciou do plano e disse que poderá esperar, mas advertiu que para isso "é necessário que os Estados Unidos escolham a opção correta".

Pyongyang realizou dois testes de mísseis balísticos intercontinentais em julho, que parecem ter posto a seu alcance uma boa parte do território dos Estados Unidos.

O presidente Donald Trump reagiu advertindo que Washington pode responder com "fogo e fúria". 

Pyongyang avança rapidamente em sua tecnologia militar, um programa que lhe valeu um endurecimento das sanções impostas pelas Nações Unidas.

Via em

Receba Nosso Conteúdo Exclusivo


Notícias Urgentes, Mensagens de Dobson Lobo e etc Uniaodoslivres


Tecnologia do Blogger.