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Trump encerra projeto da CIA que armava rebeldes islâmicos na Síria


O projeto recrutava militantes islâmicos, que a CIA dizia eram “moderados,” treinando-os e armando-os para derrubar o presidente sírio Bashar al-Assad.
O projeto foi lançado em 2013 por iniciativa da então secretária de Estado Hillary Clinton durante o governo de Barack Obama.
Ao encerrar o projeto, o governo de Trump está atendendo a uma reivindicação do governo russo, que despachou tropas em 2015 para ajudar o governo de Assad, que estava lutando em duas grandes frentes de batalha: contra o implacável ISIS e contra os rebeldes islâmicos de Obama.
“Se for verdade — e espero que não seja — seria uma capitulação completa para Assad e a Rússia,” disse decepcionado o senador republicano neocon Lindsey Graham.
Outro senador republicano neocon, John McCain, detestaria o que eles estão chamando de “capitulação de Trump.” No entanto, agora diagnosticado com câncer no cérebro, McCain, que está com 80 anos e não apoiou a eleição de seu colega republicano Trump, muito pouco pode fazer para pressionar Trump e avançar sua ideologia neocon, que foi o pior câncer da vida dele.
McCain foi o principal apoiador das intervenções do governo de Obama na Síria, especialmente para armar os rebeldes islâmicos. Ele chegou a ser louvado pelo ISIS.
O ataque que o governo americano cometeu contra o governo sírio em abril ocorreu depois que Trump capitulou para os neocons, especialmente McCain. Esse ataque, que foi elogiado por muçulmanos sírios, foi condenado por cristãos sírios e também por grandes apoiadores de Trump,especialmente a escritora Ann Coulter.
Autoridades do governo americano disseram que o encerramento do projeto secreto da CIA é parte dos esforços de Trump de melhorar as relações com o governo russo e um reconhecimento de que armar os rebeldes islâmicos já não tem tanta chance de êxito agora que Assad consolidou seu poder, com a ajuda da força aérea da Rússia.
Em 2015, Putin criticou o projeto da CIA como ilegal.
“Em minha opinião, dar equipamento militar para grupos ilegítimos viola os princípios das leis internacionais e da Carta da ONU,” Putin disse. “Apoiamos apenas governos legítimos.” Ele disse que o único exército legítimo na Síria era o exército de Assad.
Trump vem buscando melhores relações e negociações com a Rússia. Os dois presidentes tiveram uma reunião oficial em Hamburgo, na Alemanha.
Na terça-feira de noite, a Casa Branca confirmou que Trump e Putin tiveram também um segundo encontro, secreto, durante um jantar do G20.
O jornal New York Times relatou que o encontro durou uma hora.
Via: Daily mail

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