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OUTRA VEZ: Ataque terrorista na London Bridge e Borough


No sábado à noite ocorreram "atos terroristas" em diferentes pontos de Londres: um atropelamento na London Bridge, que causou pelo menos um morto e cinco feridos, e apunhalamentos em Borough Market.
Segundo a polícia britânica, o atropelamento e os esfaqueamentos foram classificados como "atos terroristas".
A polícia confirmou via twitter que se trata de dois ataques terroristas. Momentos antes, a primeira-ministra Teresa May já admitia esse cenário.
De acordo com a informação recolhida pela polícia, posso confirmar que este terrível incidente está a ser tratado como um potencial ato de terrorismo
Teresa May reúne esta manhã com o comité de emergência designado por COBRA.
Além do atropelamento na London Bridge, a polícia foi chamada a outras duas ocorrências - esfaqueamentos e troca de tiros - no mercado de Borough, a 500 metros de uma das entradas da London Bridge que está relacionado com o ataque terrorista, e um terceiro incidente em Vauxhall que a polícia disse não estar relacionado com os outros dois incidentes.

"Às 00:25 de 04/06/2017 [mesma hora em Lisboa], os incidentes de #LondonBridge e #BoroughMarket foram declarados como incidentes terroristas", divulgou, através da rede social Twitter.
A Polícia Metropolitana esclarece que o acontecimento registado em Vauxhall, e que foi apontado como "um terceiro incidente", se tratou de "um esfaqueamento" e "não está relacionado" com os outros dois incidentes.
As autoridades difundiram ainda uma mensagem a apelar ao "bom senso e contenção" na divulgação de vídeos e imagens dos incidentes.
Na rede social Twitter, a Polícia Metropolitana londrina pede ainda à população que se mantenha calma. E recomenda que as pessoas das zonas afetadas procurem locais seguros, silenciem telemóveis e, apenas em caso de segurança, contactarem as autoridades.
A polícia de Londres revelou ainda que retirou pessoas da London Bridge pelo rio Tamisa, com o auxílio de autoridades navais de salvamento, no seguimento do ato terrorista ocorrido no local.
Uma jornalista da BBC relatou que estava na ponte na altura do atropelamento e que a carrinha estava a ser conduzida por um homem que circularia perto dos 80 Km/hora. De acordo com a BBC, o condutor suspeito já foi detido. Outras fontes referem que a polícia procura mais três suspeitos.
Há imagens da polícia a pedir às pessoas que estavam num bar perto da London Bridge para se esconderem.
I
Imprensa fala em pelo menos 20 feridos, alguns em estado grave. Esta informação ainda não confirmada oficialmente.
Reações
O governo britânico anunciou que irá reunir hoje o gabinete de crise, no seguimento dos incidentes ocorridos no sábado à noite em Londres e que causaram pelo menos um morto e cinco feridos.
De acordo com fonte de Downing Street, a primeira-ministra britânica, Theresa May, reunir-se-á hoje com o gabinete de crise e, nas últimas horas, tem estado a ser "regularmente atualizada" sobre o que aconteceu em Londres.
O Presidente norte-americano Donald Trump ofereceu a ajuda dos Estados Unidos ao Reino Unido na sequência dos "atos terroristas" ocorridos sábado à noite no centro de Londres.
Numa mensagem na sua conta pessoal na rede social Twitter, Trump escreveu: "Os Estados Unidos estão disponíveis para o que for preciso, para ajudar Londres e o Reino Unido. ESTAMOS CONVOSCO. DEUS VOS ABENÇOE".
Jeremy Corbyn, líder do partido trabalhista, deixou uma mensagem de agradecimento aos serviços de emergência e disse que os seus pensamentos estavam com as vítimas deste incidente que classificou de "brutal e chocante".
Também o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse, na mesma rede, que está a seguir "com horror" as notícias dos incidentes na capital britânica.
"Pensamentos e orações estão com as vítimas e as suas famílias. Por favor, mantenham-se seguros", afirma Juncker.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou "votos solidários" à rainha Isabel II e ao povo britânico, na sequência dos atos terroristas ocorridos no sábado à noite, em Londres.
"De novo cidadãos inocentes foram atacados no centro de Londres. Ao mesmo tempo em que envio os meus votos solidários a Sua Majestade a Rainha Isabel II e ao povo britânico, quero de novo sublinhar que continuaremos a defender a paz, a democracia e a liberdade", afirmou o chefe de Estado.
Numa mensagem divulgada na página da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa desejou ainda "uma rápida de recuperação às vítimas" destes atentados e apresentou sentimentos às suas famílias.
O Governo português está a acompanhar os incidentes ocorridos no sábado à noite em Londres, mas desconhece ainda se há portugueses entre as vítimas.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro, "está a acompanhar [os incidentes] através do Gabinete de Emergência Consular", disse à Lusa fonte do Governo.
Sobre a eventual existência de portugueses entre as vítimas, a mesma fonte disse que ainda é cedo para identificar as vítimas dos ataques.
Ataques mais recentes
Há uma semana Manchester foi alvo de um ataque no final do concerto da cantora norte-americana Ariana Grande. Uma explosão provocou 19 mortes e mais de 20 feridos. Esta noite realizou-se um concerto de apoio às vítimas em que a cantora participou.
O incidente desta noite é muito semelhante ao registado a 22 de março na ponte de Westminster, quando um carro acelerou para cima de várias pessoas que estavam na ponte. Cinco pessoas, incluindo o atacante, morreram e registaram-se 40 feridos. Esse ataque só terminou junto do parlamento britânico com o atacante a esfaquear um polícia.

Via: DN



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