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PEDOFILIA, HOMOSSEXUALISMO E APLICATIVO DE NAMORO: O Seminário Gay do Vaticano

“Acusações de homossexualidade e má conduta”: arcebispo de Dublin explica por que não está mais enviando seminaristas para Maynooth, criado em 1795


O arcebispo de Dublin não irá mais enviar alunos para o Seminário Nacional em Maynooth por causa de acusações anônimas de “homossexualidade e má conduta”.
Falando em um programa de rádio irlandês, Dom Diarmuid Martin declarou que está “um tanto infeliz com o clima existente no seminário de Maynooth”.
A reportagem é de Cian Murray, publicada por The Independent, 02-08-2016. A tradução é de Isaque Gomes Correa.
Estes comentários foram feitos após a decisão do prelado de transferir três seminaristas para o Pontifício Colégio Irlandês em Roma este semestre, ao invés de mantê-los no Colégio de São Patrício, em Maynooth.
Ele acrescentou que “sabe-se sobre o assunto através de acusações anônimas feitas via cartas e blogs anônimos. Estas acusam que há pessoas tendo uma má conduta lá ou dizem que o corpo docente de Maynooth não está tratando corretamente as acusações”.
Quando perguntado sobre os detalhes concernentes a estas acusações, o arcebispo explicou que o aplicativo de namoro para pessoas gays “Grindr” desempenha um papel central.
Disse: “Uma [das acusações] é que existe uma cultura homossexual, gay, e que os alunos vêm usando um aplicativo chamado Grindr, que é um programa para namoro gay, o que seria impróprio para seminaristas. Não porque eles estão estudando para serem sacerdotes celibatários, mas porque um aplicativo assim é algo que estaria fomentando a sexualidade promíscua”.
O arcebispo acrescentou que continuaria a mandar seminaristas de Dublin para o Colégio Irlandês em Roma e sugeriu que o seminário de Maynooth ponha em prática um sistema para ouvir tais queixas.
Ele falou: “Achei que uma atitude desse tipo não era o local mais saudável para eles, então eu os enviei ao Colégio Irlandês. Uma cultura de cartas anônimas é prejudicial e, até que tudo se esclareça, ficarei feliz em mandar os seminaristas para outros lugares. Eu propus mandar uma pessoa totalmente independente, um especialista em lidar com pessoas que vêm a público denunciar essas coisas e a quem elas poderiam recorrer, fornecendo as provas que tiverem”.
E completou: “A resposta que tivemos foi simplesmente mais cartas anônimas. Esta não é uma cultura sadia. Precisamos encontrar uma forma em que as pessoas venham a público com provas sólidas, que possam ser usadas para dar sequência às acusações”.
Atualmente, o seminário de Maynooth conta com cerca de 60 seminaristas em residência e tem formado sujeitos para o sacerdócio católico desde 1795.
Via: unisinos

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