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RELATÓRIO: Vacina, OMS e muito dinheiro a disposição

Eu começo esse relatório assim:


Uma imagem vale mais que mil palavras...

Vacina brasileira contra dengue encurta caminho para prevenção do zika vírus

O Instituto Butantan inicia nesta segunda-feira (22), no Hospital das Clínicas, em São Paulo, a última fase de testes da vacina contra a dengue. A vacina, desenvolvida no Brasil, tem potencial para proteger contra os quatro vírus da dengue. Os resultados nas fases de teste anteriores já superaram as expectativas quanto à eficácia e segurança, se mostrando superior a outras vacinas já disponíveis ou em desenvolvimento. A experiência na criação desta vacina pode encurtar o desenvolvimento de uma para combater o vírus zika.
“Com a nossa experiência na vacina contra a dengue, teremos um avanço muito grande , poderemos mais rapidamente trabalharmos numa vacina contra a zika. Nós temos vários tipos de abordagem para a vacina de zika, que já iniciamos aqui, e também estamos trabalhando num soro para neutralizarmos o vírus antes de ele causar o dano na cabeça das crianças”, afirma o diretor do Instituto Butantan, professor doutor Jorge Kalil.

Diretora-geral da OMS visita o Brasil esta semana

A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, visita o Brasil esta semana para acompanhar a epidemia do vírus Zika no país.  A previsão é que ela desembarque em Brasília na próxima terça-feira (23).
Da capital, Margaret Chan deve ir ao Recife, já que o estado de Pernambuco registra o maior número de casos de microcefalia possivelmente associados à infecção pelo Zika (182 casos da malformação confirmados e 1.203 em investigação).
De acordo com o Ministério da Saúde, a visita da diretora-geral da OMS ocorre a convite do governo brasileiro. A agenda oficial de Margaret Chan no Brasil deve ser divulgada amanhã (22).
No início do mês, a OMS declarou emergência em saúde pública de interesse internacional em razão do aumento de casos de infecção pelo Zika em diversos países e de uma possível relação da doença com quadros de malformação congênita e síndromes neurológicas.

Governo federal investe R$ 100 milhões para vacina contra dengue

A presidenta Dilma Rousseff participa, nesta segunda-feira (22), em São Paulo, de evento em que será assinado contrato entre o Ministério da Saúde e o Instituto Butantan para financiamento da terceira e última fase da pesquisa clínica para a vacina da dengue. No total, o Ministério da Saúde investirá R$ 100 milhões nos próximos dois anos para o desenvolvimento do estudo. O investimento marca também o início da vacinação de um grupo de voluntários para dengue.

Ao todo, a previsão é um investimento de R$ 300 milhões do governo federal para os estudos do Butantan. Além dos recursos do Ministério da Saúde, estão sendo analisados outros R$ 100 milhões do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, por meio de um contrato da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), e R$ 100 milhões do Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES).
De acordo com o ministro da Saúde, Marcelo Castro, “o investimento é um compromisso do governo federal com o desenvolvimento de novas tecnologias contra o Aedes aegypti e as doenças transmitidas por esse mosquito". "A pesquisa do Butantan é promissora contra a dengue e pode nos auxiliar na busca soluções contra o vírus Zika”, afirmou.
O Butantan, principal produtor de imunobiológicos do país, é vinculado ao governo do Estado de São Paulo e já desenvolve estudos e pesquisas nas áreas de Biologia e Biomedicina em parceria com instituições estrangeiras. Uma delas é o National Institutes of Health (NIH) – agência de saúde do governo norte-americano –, com o qual o Instituto está em estágio avançado de desenvolvimento da vacina contra a dengue.
No total, 17 mil voluntários de 13 cidades, em cinco regiões do Brasil, participarão dos estudos clínicos que devem durar um ano. Os resultados da pesquisa dependem de como será a circulação do vírus, mas o Butantan estima ter a vacina contra a dengue disponível em 2018.

Orçamento tem adicional de R$ 12 bilhões para infraestrutura e combate ao zika

Os ministérios da Fazenda e do Planejamento apresentaram nesta sexta-feira (19) a programação financeira e orçamentária de 2016, estimando um contingenciamento de R$ 23,4 bilhões como parte do esforço fiscal para equilibrar as contas públicas e preparar a retomada do crescimento. O corte, contudo, não afeta programas considerados “prioritários” para o governo federal: Bolsa Família, Brasil Sem Miséria, Mais Médicos e Minha Casa Minha Vida. “Estamos preservando projetos de investimento estruturantes e aqueles que estão em andamento”, disse o ministro do Planejamento, Valdir Simão. 
O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, ressaltou que haverá um aumento de R$ 12 bilhões para a áreas tidas como sensíveis. Serão reservados R$ 9 bilhões para obras de infraestrutura que tenham perspectiva de serem concluídas em 2016. Outros R$ 3 bilhões serão disponibilizados para a saúde desenvolver ações prioritárias, como as de combate ao Aedes aegypti. 
Via: brasil.gov.br
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