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RÚSSIA É UMA SÉRIA AMEAÇA À ORDEM GLOBAL DIZ SECRETÁRIO DE DEFESA DOS EUA

O secretário de Defesa dos EUA, Ash Carter, afirma que a Rússia atua no cenário mundial de forma provocativa e ameaçadora.


Era uma vez a guerra fria. Errado! Ao menos se esse contexto for baseado nas palavras de Ash Carter, que é o secretário de Defesa dos EUA. Carter acusou hoje no seu país, que a Rússia de Vladimir Putin está estremecendo a estabilidade da inteira ordem mundial e exemplifica falando das investidas russas na ex-república soviética da Ucrânia, além das conversas russas, no mínimo enigmáticas das últimas semanas sobre materiais bélicos nucleares.
O secretário de Defesa norte-americano ainda disse que os seus compatriotas vasculham meios criativos de parar a agressão russa e blindar os aliados dos EUA. Especialistas em política internacional afirmam que é o “sujo falando do mal lavado”, o que faz certo sentido.
No pronunciamento feito depois de 8 dias de visitas pela Ásia, Ash Carter disse estar aflito também com um outro problema que é o do expansionismo chinês na região adjacente ao país e com forte crescimento militar; entretanto, o alvo mesmo da vez, foi a Rússia que tem provocado mais incômodos, segundo o mesmo Carter.
Os russos atuam de forma “provocativa e ameaçadora, onde se pode questionar o real compromisso daquele país com o equilíbrio estratégico, respeito em relação à temática das armas nucleares e a posição firme contra o uso das mesmas pelos principais líderes da humanidade”, afirmou Carter em tom ácido após a sua visita no continente asiático.
São as declarações mais azedas dos últimos anos do norte-americano sobre a Rússia e ele conclui afirmando com tom de grandeza e auto-suficiência que os EUA não têm interesse algum de construir da Rússia um inimigo; todavia, os EUA irão proteger os seus diversos objetivos, de seus aliados e também de toda a ordem mundial.
O clima entre os dois países têm esquentado justamente porque depois de mais de vinte anos de relações entre as grandes potências dominadoras, Os EUA começam a perceber, que a Rússia e a China, voltam a reafirmar-se na Ásia e extremo leste europeu, tanto pela influência econômica, quanto militar.
Mas em alguns momentos, o secretário Carter adota dois pesos e duas medidas como é o caso da “nova” ação dos russos na guerra civil da Síria, pois o mesmo acredita que “é possível... vamos ver, se a Rússia pode desempenhar um papel agregador no término dessa guerra na Síria". Em outras palavras, os americanos querem um aliado de peso para os ajudar a resolver os problemas que nem eles mesmos têm conseguido se safar com êxito, mas é só isto, nada mais. Na concepção de Carter, quem deve continuar dando as cartas finais são os americanos.
“O foco dos russos está fora de direcionamento e Vladimir Putin não pensou com clareza o que fazer na Síria” reafirmou Carter. O curioso é que os EUA fazem as mesmas ações pelas quais eles tanto criticam a Rússia que é modernizar inteiramente o seu arsenal de armas nucleares, desde os submarinos, mísseis que transportam ogivas nucleares de longo alcance, aviões e até as armas convencionais. Fica quase impossível entender como estas duas superpotências se relacionam, onde só se espera que nenhuma das duas, cometa alguma imprudência nuclear com a humanidade.
Via:blastingnews

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