EXTRATERRESTRE? Cientistas confirmam existência de novo objeto no Sistema Solar

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Uma equipe internacional de cientistas confirmou que um novo objeto foi descoberto no interior do Sistema Solar, localizado além da orbita de Plutão. Ao que tudo indica o objeto é rochoso, mas pouco se sabe sobre a sua orbita.
Batizado de V774104, o novo corpo celeste tem entre 500 e 800 quilômetros de diâmetro e foi descoberto através de observações feitas com auxílio do telescópio Japonês Subaru, de 200 polegadas, instalado no topo do Monte Mauna Kea, no Havaí.
De acordo com o astrônomo Scott Sheppard, ligado ao Carnegie Institute, dos EUA, o novo objeto transnetuniano é o mais longínquo corpo planetário conhecido, localizado três vezes mais distante que o planeta anão Plutão, a 15 bilhões de quilômetros do Sol.
O tamanho do planeta anão foi inferido levando em consideração seu brilho aparente, mas suas características orbitais ainda são muito imprecisas, já que seu movimento aparente no céu é bastante lento devido à distância.
Para calcular corretamente a orbita de V774104 será preciso mais tempo de observação. Se realmente o novo planeta anão estiver orbitando o Sol, seu período de translação poderá ser superior a 1 milênio.


Localização da Nuvem de Oort dentro do Sistema Solar.
Localização da Nuvem de Oort dentro do Sistema Solar.
Além da descoberta do novo objeto, a equipe de Sheppard também confirmou que existem pelo menos mais doze corpos a serem investigados entre 80 e 90 UA (Unidades Astronômicas) ou aproximadamente 11.9 a 13.5 bilhões de quilômetros do Sol.
No entanto, no entender de Sheppard, há indícios de que a orbita de V774104 cruza a orbita de Netuno. Se isso for confirmado, V774104 pode ter sido expulso do Sistema Solar há milhões de anos e estaria agora orbitando o interior da nuvem de Oort.

Apenas dois outros objetos conhecidos são pensados agir dessa maneira: Sedna, descoberto em 2003 e 2012 VP113, encontrado em 2012. Nenhum deles se aproxima a menos de 7.5 bilhões de km do Sol e possivelmente cruzam ou orbitam o interior da nuvem de Oort, uma localidade onde provavelmente os cometas de longo período são formados.

Via: apolo11

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