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VAI QUEBRAR: Brasileiro deve pagar R$ 47 bilhões a mais em impostos após ajuste fiscal


SÃO PAULO – A carga tributária brasileira deve subir em 0,8 ponto porcentual do PIB (Produto Interno Bruto) neste ano por conta do ajuste fiscal proposto pelo governo federal. Isso significa que os brasileiros devem pagar R$ 47,5 bilhões a mais em impostos e contribuições se todas as medidas propostas forem colocadas em prática. Os cálculos são do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação).
Segundo o instituto, todas as medidas anunciadas pela equipe econômica representam um adicional de R$ 39,8 bilhões à carga tributária. Outros R$ 7,7 bilhões devem vir de Estados e municípios, que também reajustaram os seus impostos, como IPTU e IPVA.
Com isso, a alta de impostos em 2015 seria o dobro da registrada em 2014, e a carga tributária fecharia o ano em 36,22% do PIB. O instituto calcula que, até o final do atual governo, serão pagos R$ 100 bilhões a mais em tributos.

Entenda o ajuste fiscal

O ajuste fiscal consiste em aumentar a arrecadação e reduzir os gastos do governo, na tentativa de equilibrar as contas públicas.
Entre as medidas estão:
  • tornar mais difícil o acesso a benefícios trabalhistas, como o seguro-desemprego e o abono salarial (proposta foi aprovada pela Câmara e agora segue para o Senado);
  • limitar o acesso a benefícios previdenciários, como o pagamento da pensão por morte (ainda precisa ser votado na Câmara e no Senado);
  • aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) sobre as operações de crédito ao consumidor de 1,5% para 3% (medida em vigor desde janeiro);
  • aumento de taxas sobre combustíveis: a elevação do Pis/Cofins e a retomada da Cide aumentaram o preço da gasolina em R$ 0,22 e o do diesel em R$ 0,15 (em vigor desde o final de janeiro);
  • fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros (desde janeiro);
  • veto à correção de 6,5% na tabela do Imposto de Renda (em março deste ano);
  • ajuste da alíquota do PIS/Cofins sobre a importação, de 9,25% para 11,75%;
  • atacadistas do setor de cosméticos passam a pagar IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) igual aos industriais;
  • reduzir o corte de tributos sobre a folha de pagamentos (medida publicada em fevereiro).

Via: economia
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