EPIDEMIA: Depois do Amapá, chikungunya agora chega à Bahia

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Secretaria de Saúde do Estado confirmou cinco casos de transmissão interna da doença

Mosquito 'Aedes aegypti', transmissor da dengue, também passa o vírus chikungunya
Mosquito 'Aedes aegypti', transmissor da dengue, também passa o vírus chikungunya (André Lucas Almeida/Futura Press/VEJA)
Menos de uma semana depois de o Ministério da Saúde anunciar dois casos inéditos detransmissão interna da febre chikungunya no Amapá, a doença foi confirmada em Feira de Santana, na Bahia. Na última sexta-feira, a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) confirmou que cinco moradores da cidade infectados com o vírus não fizeram viagem recente ao exterior, o que significa que a doença foi transmitida dentro do país. A chikungunya provoca sintomas semelhantes aos da dengue e é causada por um vírus transmitido pelos mosquitosAedes aegypti Aedes albopictus.
A secretaria informou que, após um alerta feito pelo Ministério da Saúde sobre a chikungunya, todos os casos suspeitos passaram a ser investigados e amostras de pacientes foram encaminhadas ao Instituto Evandro Chagas (IEC), laboratório de referência para doenças tropicais. Das 16 amostras enviadas — sendo quatro de Salvador e as demais de Feira de Santana —, cinco deram positivo. De acordo com a pasta, serão intensificadas as ações de combate ao Aedes aegypti. 
A doença — A febre chikungunya tem sintomas similares aos da dengue, como febre alta, mal-estar e dores nos músculos, ossos e articulações. A doença começa a se manifestar três a sete dias depois de o paciente ser picado. Caso a pessoa seja picada novamente no decorrer dos primeiros cinco dias dos sintomas, ela passa o vírus para o mosquito, que pode retransmiti-lo a outras pessoas. A chikungunya é comum em algumas regiões da África e, atualmente, é epidêmica em ilhas do Caribe.

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Via: Veja

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