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Gayzarada do Itamaraty é suicida?

Julio Severo
A atitude recente do Itamaraty de afrontar Israel e não condenar o terrorismo islâmico é irracional, pois esse terrorismo não tem trucidado apenas judeus. Cristãos são suas maiores vítimas. Os judeus só não são suas maiores vítimas porque podem se defender.
Como os países islâmicos tratam os gays
Onde está o suicídio dos diplomatas brasileiros? Eles preferem ficar do lado dos terroristas islâmicos. Isso não faz o menor sentido, pois segundo informações que circulam em Brasília, já desde os tempos em que visitei o Itamaraty, esse é o ninho dos homossexuais no governo. Se você quiser encontrar a maior concentração de homossexuais no governo, é no Itamaraty.
Duplas gays do Itamaraty “se casam” numa boa.
Vejamos se tem cabimento as condenações ideológicas do Itamaraty a Israel e a sua ausência de críticas à violência islâmica:
1. Mande os diplomatas gays brasileiros a Israel, e eles poderão participar da maior (e única) parada gay do Oriente Médio. Como defensor de Israel, sinto vergonha de dizer que Israel é a capital do movimento homossexual no Oriente Médio. Ali os diplomatas gays do Itamaraty estão seguros, mesmo que quiserem “se casar.”
2. Mande os diplomatas gays brasileiros à Arábia Saudita ou outro vizinho islâmico de Israel. Mas não posso garantir que eles estarão seguros, especialmente se tentarem protestar contra o que esses países fazem sistematicamente contra os homossexuais. Se tentarem “se casar” nesses países, será o último ato de suas vidas infelizes. Se eles acham que o grupo terrorista Hamas e os inimigos islâmicos de Israel são bonzinhos com homossexuais, eles podem experimentar “se casar” na Faixa de Gaza.
Fica então a pergunta: Por que a gayzarada do Itamaraty critica Israel e poupa os países islamicamente selvagens que não os poupariam?
Eles não seriam suicidas ou, como o povo gosta de dizer — “bichas locas” —, para condenar os islâmicos que matam homossexuais desde a Arábia Saudita até o Irã.
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